Depois de reivindicações, apelos e manifestos em toda a rede (principalmente nas sociais) a Caixa Economica Federal volta atrás em seu comercial e coloca o escritor Machado de Assis na sua cor real.
A Caixa Econômica Federal informou no último dia (11) que começou a ser veiculada na segunda-feira (10) a nova versão da peça publicitária sobre os 150 anos da instituição. Desta vez, um ator negro interpreta o escritor Machado de Assis. O novo vídeo foi feito para corrigir a representação de Machado que, na propaganda original suspensa em setembro, foi interpretado por um ator branco, o que deixou a população negra inconformada.
O Nuve(n)Digital havia publicado um informe sobre esse episódio, veja: http://nuvendigital.com/?p=1165
Além de receber críticas feitas na internet, e de ativistas que defendem o “enegrecimento” de mulatos, caboclos, cafuzos e todos os outros pardos e mestiços, o comercial foi alvo no dia 19 de setembro de uma queixa formal por parte da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir-PR), onde foi dito em comunicado, que a ”Caixa deve corrigir a produção deste vídeo, reconhecendo o equívoco e considerando o diálogo que vem mantendo com a sociedade ao longo da sua trajetória institucional”.
A campanha original com um ator branco interpretando Machado, (suspensa em setembro) também pode ser vista no You Tube é só clicar.
A Caixa corrigiu o erro
No dia 21 de setembro, quando a Caixa anunciou a decisão de suspender a campanha publicitária na TV, o próprio presidente do banco, Jorge Hereda, pediu desculpas à população e aos movimentos ligados às causas raciais.
Essa foi a nota de desculpas do banco:
“O banco pede desculpas a toda a população e, em especial, aos movimentos ligados às causas raciais, por não ter caracterizado o escritor, que era afro-brasileiro, com a sua origem racial”, disse o presidente da Caixa, Jorge Hereda.
Veja abaixo o novo comercial da Caixa depois dos manifestos… E é claro, vale ressaltar que desta vez trocaram a atriz Glória Pires (branca) por um ator (negro), além de mudar também o texto, que agora vem numa versão .. “Em respeito a história da Caixa e em respeito ao povo brasileiro…”
a) Anita Catarina Malfatti foi uma pintora, desenhista, negra e professora.
b) Anita Catarina Malfatti foi uma pintora, desenhista, negra e professora.
c) Anita Catarina Malfatti foi uma dançarina, desenhista, negra e professora.
Se você respondeu a letra C, errou. Talvez você não lembre, mas a artista Anita Malfatti não era negra, então todas as alternativas acima estão erradas. Durante essa semana a Caixa Econômica Federalveiculou um comercial comemorativo dos 150 anos da instituição, onde o escritor carioca Machado de Assis é interpretado por um ator branco e de sotaque levemente paulista. O comercial causo polêmica, ao mudar as caracteristicas raciais do autor, e acabou sendo questionado como racista, fazendo com que a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) solicitasse a retirada e correção do vídeo.
“O racismo de contestação ainda não suporta um preto bem-sucedido” Reinaldo Azevedo, colunista Veja
O que queremos é indagar se uma instituição com 150 anos como a Caixa, cometeu um equívoco ao embranquecer o escritor, fundador e imortal da Academia Brasileira de Letras, e se a mesma cometeu essa ação por ingenuidade ou se havia a intenção, ou ainda, por falta de conhecimento? Mas, Independente da resposta à pergunta acima, tanto um banco racista como um banco desatento é algo bastante incomodo. Diante da situação, o banco se retratou em nota e informou que irá reparar o mal feito.
Machado de Assis
Machade de Assis, Comercial da Caixa
O colunista da revista Veja, Reinaldo Azevedo, em seu blog define a situação por dizer que “O racismo de contestação ainda não suporta um preto bem-sucedido”. O comercial que retrata a relação do escritor com o banco leva o nome de “O Bruxo do Cosme Velho” e compõe uma série de sete registros históricos da Caixa, mas em nenhum dos vídeos o negro é representado como símbolo de poder, em questão, poder econômico, inclusive dois dos vídeos retratam o negro como escravo ou trabalhador de base, o que abre uma brecha para acreditar que a ação do banco foi uma ação fruto de um pensamento enraizado de que um negro tem sua posição e função bem definidas na sociedade brasileira, uma sociedade que ainda não pode representá-lo como um elemento de referência e sucesso. Não é a primeira vez que grandes símbolos da história são “embranquecidos”, como é o famoso caso de Cleópatra que comprovadamente não era branca “nórdica”, não só pelos registros que temos da população do Egito enquanto ela viveu, mas também por documentos comprobatórios. Mas, um outro exemplo bem brasileiro de embranquecimento envolveu a artista contemporânea de machado, Chiquinha Gonzaga, que teve sua misticidade apagada quando retratada em minissérie homonima da Rede Globo (1999) através de duas atrizes brancas, Regina Duarte e sua filha Gabriela Duarte.
Chiquinha Gonzaga
Chiquinha Gonzaga - Globo
Outro exemplo que vem sendo questionado é a própria representação de Jesus, figura central para três das mais importante religiões do mundo Islamismo, cristianismo e Judaísmo. Pesquisa na BBC identificou que a aparência de Jesus seria bem mais negra do que a forma como ele é commumente representado, o que não representa nenhum espanto, já que assim como muitas pessoas não sabiam que Machado de Assim era negro, quase ninguém sabe que Belém onde nasceu o menino Jesus fica a apenas alguns quilómetros do norte da África em Israel, antiga Judéia.
Enquanto isso a dúvida prossegue: A ação da Caixa Econômica Federal ao “embranquecer o escritor Machado de Assis foi um equívoco, uma ação ingênua ou premeditada? Deixe um comentário com a sua opinião… Clique aqui para saber mais sobre a vida de Machado de Assis
Texto: Mia Lopes* – Colaboradora do Nuve(n)Digital
O Ano Internacional da Afrodescendência e o Dia da Consciência Negra tiveram uma dupla comemoração nesta segunda-feira (28), na Biblioteca Nacional. Além da assinatura de acordos de cooperação com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), foi lançada, em solenidade no início da noite, uma coletânea inédita sobre a literatura de afrodescendentes no Brasil. A obra é resultado de dez anos de pesquisas. O evento também contou com uma homenagem póstuma ao ativista, professor, escritor e poeta Abdias Nascimento, que morreu este ano. De autoria dos professores de literatura Eduardo de Assis Duarte, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e Maria Nazareth Soares Fonseca, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas Gerais, a coletânea Literatura e Afrodescendência no Brasil: Antologia Crítica reúne, em quatro volumes, textos de 100 escritores negros, do século 18 aos dias atuais. Cada um dos textos é acompanhado de um estudo crítico feito por 61 pesquisadores de 21 universidades brasileiras, além de seis estrangeiras.
O primeiro volume é dedicado aos chamados precursores, abrangendo o período que vai do século 18 aos nascidos até à década de 1920 do século 20. O segundo, Consolidação, abrange os escritores nascidos nas décadas de 30 e 40; e o terceiro, Contemporaneidade, é dedicado aos que nasceram a partir de 1950 e publicaram seus primeiros textos nas últimas décadas do século passado e na primeira do século 21. O quarto volume da antologia contém depoimentos de Abdias Nascimento e outros escritores, além de artigos em que se discute a pertinência do conceito de literatura afro-brasileira.
“É a primeira vez que é feito esse levantamento e, desses 100 escritores, aproximadamente dez são os mais conhecidos, como Machado de Assis, Cruz e Souza e Lima Barreto, e, entre os contemporâneos, Nei Lopes, Joel Rufino dos Santos e Muniz Sodré”, relata o professor Eduardo de Assis Duarte. “A grande maioria, no entanto, são autores pouco divulgados, pouco conhecidos, principalmente dentro dos manuais de história da literatura brasileira”, acrescenta.
Segundo Duarte, a expectativa é a de que a publicação da antologia “jogue uma luz sobre autores até agora desconhecidos, como Maria Firmina dos Reis, do século 19”. Ele considera que há um ponto comum entre vários autores de diferentes épocas, que é a necessidade de recuperar a história do negro no Brasil.
Entre os acordos firmados com a Seppir está a previsão de coedição, em formato eletrônico, de obras do acervo da Biblioteca Nacional, em domínio público, escritas por autores negros. Outro acordo prevê a divulgação da literatura de autores afro-brasileiros por meio de mostras, envio de livros para bibliotecas e ações de incentivo à leitura.
Serão implantados cinco pontos de leitura em áreas habitadas por povos e comunidades tradicionais afro-brasileiras. Para isto, a Fundação Biblioteca Nacional vai oferecer mais de 600 obras voltadas para o tema a cada um dos grupos contemplados, além de material de informática e outros, como estantes e almofadas.
No mês em que se comemora a Consciência Negra, um grupo de alunos e professores da Escola “Antonio Acha” visitaram o distrito de Burarama, na Comunidade Monte Alegre, com o objetivo de conhecer um pouco mais da cultura afro brasileira.
NÃO IGNORE! SOMOS TODOS IGUAIS
Segundo a professora da disciplina de História, Geovana Azevedo, a Escola tem seguido a lei nº 10.639 que cuida da obrigatoriedade de trabalhar a cultura afro brasileira dentro das salas de aula. “Estamos desde o mês de março envolvidos no projeto “Não Ignore! Somos Todos Iguais” que culminou neste mês de novembro com a visitação à Comunidade Monte Alegre, local de extrema riqueza histórica e cultural”, disse a professora.
REDE GAZETA NA COMUNIDADE
A Comunidade Monte Alegre, além de contar com a visitação de 35 alunos da Escola, e das professoras Denizabel Fernandes, de Língua Portuguesa, Monica Maia, de Ciências e Matemática, Geovana Azevedo, de História e Luciene Floriano, supervisora escolar, também contou com a presença da Rede Gazeta, através do Programa Conexão Geral, uma equipe jornalística que ficou durante todo o dia e tarde na comunidade.
A gravação, que foi realizada no último dia 12 de novembro, foi ao ar no último domingo (20) durante o Programa Conexão Geral onde alunos e professores foram entrevistados.
CONHECIMENTO DE OUTRAS FORMAS DE MANIFESTAÇÃO CULTURAL
Segundo a professora Geovana, os alunos tiveram a oportunidade de vivenciar na prática tudo o que foi comentado e explicado na sala de aula. “No encontro tiveram a oportunidade de conhecer e experimentar as comidas típicas do local, entender o significados das danças, da história que foi passada de geração para geração e valorizar as diferenças”, disse Geovana.
COMUNIDADE SUSTENTÁVEL
Os professores ficaram admirados com a sustentabilidade que a própria comunidade consegue manter. “Eles são empenhados, trabalham em projetos onde os próprios quilombolas produzem suas hortas e vendem as hortaliças em feiras. E as crianças em suas apresentações culturais recebem um valor onde parte dessa renda é destinada a elas, enfim, uma comunidade sustentável”, acrescentou a professora Geovana.
MOMENTO MARCANTE: O ABRAÇO NO JEQUITIBÁ
Após uma trilha pela floresta, um momento marcante que ficou na memória da equipe foi o abraço dos alunos na árvore Jequitibá, que possui mais de 500 anos. Durante o ato, os alunos fizeram uma oração direcionada aos cuidados com o meio ambiente.
O TURISMO ÉTNICO E A SUSTENTABILIDADE NA PRESERVAÇÃO
DA IDENTIDADE, DO ORGULHO NEGRO E DO MEIO AMBIENTE REGISTRADO EM VÍDEOS
As imagens foram registradas pelos próprios alunos e também pela equipe de reportagem da TV Gazeta- ES. E mostra uma síntese do que foi o passeio pela Copmunidade Quilombola de Monte Alegre... Fica registrada aqui a satisfação das crianças em conhecer concretamente um pouco da cultura afro de nossa região e vivenciá-la nesse passeio, que muito enriqueceu seus conhecimentos.
A próxima sexta-feira, Dia Internacional de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, será marcada por atividades de conscientização em Cachoeiro de Itapemirim. Workshop sobre violência doméstica, distribuição de panfletos com orientações e serviços gratuitos são algumas das ações que serão realizadas a partir das 8h, na Praça Jerônimo Monteiro, no centro da cidade.
O workshop será ministrado pela coordenadora do Núcleo de Enfrentamento da Violência Doméstica Contra a Mulher (Nevid), a promotora de Justiça Sueli Lima e Silva. Ela vai orientar as participantes sobre as formas de combate à violência contra as mulheres e sobre os direitos garantidos a elas. Para participar da atividade, basta comparecer à tenda do evento, que deve começar às 10h.
Assistência jurídica e psicológica também será oferecida às participantes, gratuitamente. Estudantes de Direito e Psicologia do Centro Universitário São Camilo serão responsáveis pelos atendimentos. Quem passar pela praça durante as atividades vai receber folhetos que informam os mecanismos de denúncia de casos de violência contra a mulher. O evento é coordenado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Semdes).
Três anos após a criação do Cadastro Nacional de Adoção, as crianças negras ainda são preteridas por famílias que desejam adotar um filho. A adoção inter-racial continua sendo um tabu: das 26 mil famílias que aguardam na fila da adoção, mais de um terço aceita apenas crianças brancas. Enquanto isso, as crianças negras (pretas e pardas) são mais da metade das que estão aptas para serem adotadas e aguardam por uma família.
Atualmente há 4,5mil crianças no Brasil esperando serem adotadas
Apesar das campanhas promovidas por entidades e governos sobre a necessidade de se ampliar o perfil da criança procurada, o supervisor da 1ª Vara da Infância e Juventude do Distrito Federal, Walter Gomes, diz que houve pouco avanço. “O que verificamos no dia a dia é que as família continuam apresentando enorme resistência [à adoção de crianças negras]. A questão da cor ainda continua sendo um obstáculo de difícil desconstrução.”
Hoje no Distrito Federal há 51 crianças negras habilitadas para adoção, todas com mais de 5 anos. Entre as 410 famílias que aguardam na fila, apenas 17 admitem uma criança com esse perfil. Permanece o padrão que busca recém-nascidos de cor branca e sem irmãos. Segundo Gomes, o principal argumento das famílias para rejeitar a adoção de negros é a possibilidade de que eles venham a sofrer preconceito pela diferença da cor da pele.
-Mas esse argumento é de natureza projetiva, ou seja, são famílias que já carregam o preconceito, e esse é um argumento que não se mantém diante de uma análise bem objetiva-, defende Gomes. O tempo de espera na fila da adoção por uma criança com o perfil “clássico” é em média de oito anos. Se os pretendentes aceitaram crianças negras, com irmãos e mais velhas, o prazo pode cair para três meses, informa.
Há cinco anos, a advogada Mirian Andrade Veloso se tornou mãe de Camille, uma menina negra que hoje está com 7 anos. Mirian, que tem 38 anos, cabelos loiros e olhos claros, conta que na rotina das duas a cor da pele é apenas um “detalhe”. Lembra-se apenas de um episódio em que a menina foi questionada por uma pessoa se era mesmo filha de Mirian, em função da diferença física entre as duas.
-Isso [o medo do preconceito] é um problema de quem ainda não adotou e tem essa visão. Não existe problema real nessa questão, o problema está no pré-conceito daquela situação que a gente não viveu. Essas experiências podem existir, mas são muito pouco perto do bônus-, afirma a advogada.
Hoje, Mirian e o marido têm a guarda de outra menina de 13 anos, irmã de Camille, e desistiram da ideia de terem filhos biológicos. “É uma pena as pessoas colocarem restrições para adotar uma criança porque quem fica esperando para escolher está perdendo, deixando de ser feliz.”
Para Walter Gomes, é necessário um trabalho de sensibilização das famílias para que aumente o número de adoções inter-raciais. “O racismo, no nosso dia a dia, é verificado nos comportamentos, nas atitudes. No contexto da adoção não tem como você lutar para que esse preconceito seja dissolvido, se não for por meio da afirmatividade afetiva. No universo do amor, não existe diferença, não existe cor. O amor, quando existe de verdade nas relações, acaba por erradicar tudo que é contrário à cidadania”, ressalta.
A cultura afro está, cada vez mais, presente no visual, nas preferência musicais, nos estudos e na religião dos jovens brasileiros. Os dados do Censo 2010, divulgados recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demonstra que de 34 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos, 18,5 milhões se autodeclararam pretos e pardos. Dentre os adultos entre 25 a 59 anos, apenas 54 milhões dos 107 milhões dessa faixa etária se disseram pretos ou pardos. De acordo com o sociólogo e professor do Decanato de Extensão Universitária da Universidade de Brasília (UnB) Ivair Augusto Alves dos Santos, o movimento de resgate cultural negro começou na década de 1950. “Em 1970, a mudança foi física, ou seja, na aparência, com o movimento Black Power. Na década de 2000, a mudança é política e envolve o debate de ações afirmativas”. Santos atribui esse movimento impulsionado pela juventude às transformações tecnológicas, uma vez que os jovens negros de hoje têm mais possibilidades. “Se compararmos as possibilidades, vemos que são maiores. Você tem grupos de música que conseguem atingir grandes massas, tem mais informações também.” A cabeleireira Rosemeire de Oliveira, de 32 anos, aponta uma mudança de mentalidade no país, lembrando que, antigamente, ninguém falava sobre “o que é ser negro”. Ela trabalha em um salão afro de Brasília há 12 anos. A maioria dos clientes, segundo ela, são os jovens. “Teve uma época que ser negro era moda. Agora, os negros realmente estão se assumindo e aprendendo a se gostar mais”. O percussionista baiano Ubiratã Jesus do Nascimento, de 40 anos, conhecido como Biradjham, cresceu envolvido com a cultura negra. Há 25 anos trabalha com música e já tocou com bandas famosas da Bahia. Adepto do candomblé, Biradjham diz que os negros têm mais liberdade atualmente. "O movimento está mais forte. A mudança cultural vem de muito tempo, mas hoje tem mais força". Fonte: http://www.brasil.gov.br
A raça humana é única Então mesmo sendo negro, branco, rosa, azul, amarelo, vermelho, laranja. Podemos fazer a diferença Com valor e carinho É o negro que não é respeitado Temos que ter respeito por todos Não podemos julgar pela cor negra Faz parte da vida, da família Vamos ter compaixão pelos outros. Pelo menos tentar Então se você é racista, não seja mais, o negro, o branco, fazem parte do seu coração.
Consciência negra O olhar do negro Nega tudo Com carinho transborda Ilusão de um mundo melhor Entenda tudo o que passa pelos seus sonhos Notando cada erro Saudade de voltar Na vida com respeito E esperar uma vida boa Garantindo um futuro Respeito cada pessoa que passa pelo seu caminho. Amando sempre esta estrada.
Consciência negra Muita amizade Consciência negra Já trouxe tragédia Consciência negra Tem que ter carinho Os racistas não vão ter Porque eles não querem Você tem que fazer O que Deus escolher Não tem que trazer a ruindade Só tem que trazer a felicidade. Mas não dá Os racistas Não deixam A gente ser feliz.